3 dicas para tornar a equipe de TI mais eficiente no final do ano

Liderança

O final do ano chegou e sua equipe começa a dar sinais de cansaço. O verdadeiro valor de qualquer empreendimento está em seus funcionários. Você pode fazer de tudo para selecioná-los bem, para montar um excelente time, mas algo será inevitável: com o passar do tempo, as pessoas tendem a se acomodar e os resultados tendem a cair com amigos secretos, festas da empresa e compra de presentes. Cabe ao gestor ou ao gerente tomar certas atitudes em busca do que é melhor para a empresa, obtendo o sucesso que todos almejam. Se você está nesse papel, tenha certeza, algumas mudanças podem fazer mais diferença do que você pode pensar. Quer descobrir quais são? Leia o texto a seguir e veja as dicas para tornar a equipe de TI mais eficiente mesmo com a chegada do bom velhinho!

Reavalie as suas prioridades

Muitas vezes, você precisa reavaliar as suas próprias prioridades. Possivelmente, você foi treinado e formado para dedicar uma boa parte do seu tempo para planejar, programar, elaborar e analisar orçamentos, bem como para realocar recursos e outras funções básicas e importantes de qualquer gerente de TI. Mas isso pode não ser suficiente. Muitas vezes, as questões técnicas estão perfeitamente alinhadas, mas o lado humano está deixando a desejar. Priorize o que precisa ficar pronto ainda nesse ano! A razão de grandes treinadores conseguirem obter o máximo de suas equipes é por dedicar o máximo de tempo a elas. Alcance todo o seu potencial como um verdadeiro líder e ajude os funcionários do seu time a atingir todo o seu potencial.

Foque no seu desenvolvimento pessoal

Um erro muito comum dos gestores é acreditar que precisam aprimorar apenas os seus funcionários para conseguir resultados. Quando, na verdade, o desenvolvimento de liderança passa e muito pelo seu próprio crescimento pessoal! É preciso ter a consciência de que tudo, absolutamente tudo na empresa, começará por você mesmo. Assim, entenda que você deve ser um exemplo a ser seguido. O seu papel de líder é muito amplo e, nessa posição, você pode redefinir o padrão de atuação dos seus colaboradores. Leve em conta a opinião da sua equipe, considere os seus comentários e os seus feedbacks.

Aja como um treinador

Agir como um gerente pode não ser suficiente para motivar a sua equipe da melhor maneira. Muitas vezes, você precisa ser mais do que isso: então, aja como um treinador! O caminho mais eficaz para um melhoramento contínuo é a partir de treinamentos constantes e de feedbacks construtivos. Tal qual um técnico, você precisa dar o seu melhor e compreender as necessidades dos seus colaboradores. Não dependa das avaliações de desempenho trimestrais e da contratação de coaches para treinar a sua equipe, pois isso já não é suficiente. Seja você um coach em tempo integral, estimulando, encorajando, apoiando, mantendo a motivação alta e contínua e acompanhando, da maneira mais próxima possível, o crescimento de cada membro da sua equipe. Com essas atitudes, o seu time de TI terá tudo para render muito mais. Essas são as ferramentas mais poderosas que você terá disponíveis para ter ainda mais produtividade e ainda mais eficiência.

8 sites para você descobrir a origem de um endereço de IP

Endereço de IP
Não importa o motivo: se você quer descobrir a origem de um número de IP, basta usar a internet para isso. Atualmente, há um bom número de sites que oferecem este tipo de recurso de maneira simples e quase automática. Em suma, é só acessar a página, digitar a sequência numérica e pronto. Obviamente, todos estes serviços são gratuitos, dispensam cadastro e são totalmente simples. Confira as nossas dicas:

1. Get IP

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Basta digitar a sequência de IP, inserir o texto da imagem de verificação e procurar. O Get IP traz até 10 informações diferentes a respeito do IP, além de indicar a sua localização aproximada no Google Maps.

2. IP Fingerprints

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP No IP Fingerprints, você digita o endereço de IP e então obtém até 10 informações distintas acerca de sua geolocalização. Além disso, pode visualizar no mapa a sua localização aproximada.

3. IP Location

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Mais simples ainda, no IP Location você precisa apenas digitar a sequência numérica de um IP e pressionar Enter. Em instantes, inúmeras informações sobre a geolocalização do protocolo em questão aparecem na tela, vindas de cinco fontes distintas. É, talvez, a opção mais completa da lista.

4. IP-Lookup

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Uma das opções mais simples da lista, o IP-Lookup mostra até três informações sobre o IP e também a sua localização no mapa.

5. IP Tracker

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O IP Tracker é uma das opções mais completas desta seleção, informando até 24 dados distintos a respeito de um número de IP. Você digita a sequência numérica e então verifica todas as informações, além de indicação no mapa de sua localização aproximada.

6. IPligence

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Simples e direto: no IPligence, você digita o endereço de IP e ele retorna cinco informações distintas a respeito de sua localização, além de indicar tudo no mapa.

7. What Is My IP Address

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O What My IP Address também figura entre as opções mais completas aqui indicadas. Ele informa 12 dados diferentes e ainda mostra tudo no mapa. Fácil de usar, basta inserir a sequência de números de IP e dar Enter.

8. Where Is My IP

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O Where Is My IP é mais uma opção básica, pois é só digitar o número de IP, pressionar Enter e ver a região do mundo a qual ele pertence. Aqui também é possível visualizar o local em um mapa.
 

Fonte: Canaltech Corporate

Profissionais de TI com perfil estratégico e adaptativo estão em alta

Mercado de TI

Os executivos que atuam no setor de tecnologia da informação terão um ano difícil pela frente em 2016, já que terão que propor iniciativas que impactem de maneira positiva nos resultados financeiros das companhias. Apesar das dificuldades, a demanda por profissionais com características estratégicas irá aumentar assim como a sua valorização.

O novo cenário para o próximo ano resultará na saída de profissionais introvertidos, que cederão lugar àqueles que possuem facilidade de circulação e adaptação entre as áreas, de acordo com a edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half. Além disso, os profissionais da área precisarão entender os problemas da empresa de maneira ampla e apresentar soluções para um melhor resultado.

“Dentro deste contexto, segue valorizado o analista de negócios, capaz de se comunicar na linguagem do usuário e de TI, sendo o elo entre as linhas de negócio e os desenvolvedores”, argumenta Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half. “Grande parte das empresas está dando os primeiros passos na estruturação de uma estratégia eficaz que seja capaz de lidar com a grande quantidade de dados disponíveis e questões relacionadas à segurança dessas informações”.

De acordo com o guia, as oportunidades de trabalho no segmento de tecnologia da informação estarão mais concentradas nas empresas de médio porte, com cargos de gerente de tecnologia, analista de infraestrutura, analista de negócios e consultor funcional ERP. O cargo mais valorizado, de acordo com o guia, é o de gerente de sistemas em empresas de grande porte, com previsão de incremento de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Quanto ao processo de formalização e qualificação da mão de obra, ela deve permanecer contínua, assim como visto em 2015. As empresas têm optado por internalizar profissionais ou trabalhar somente com terceirizados ou temporários que operam no regime CLT a fim de atender às exigências da legislação. O perfil profissional valorizado pelas empresas inclui fluência no inglês, interatividade, bom relacionamento interpessoal, certificações em linguagens de programação e bacharelado em Ciências da Computação ou Tecnologia.

Fontes: Canaltech e Guia Salarial 2016

Gerente de Projetos “Home Office”: é possível?

Imagem via Shutterstock

Os motivos ou justificativas usadas por quem quer aderir ao home office são diversos: Economia de recursos, corte de gastos, maior qualidade de vida, produtividade, entre outros. É um assunto em alta quando falamos sobre o futuro da forma de trabalhar, porém, é um tema relativamente recente no Brasil.

Antes de tudo, precisamos esclarecer o conceito de Home Office. Entenda que “home office” não significa “trabalho em casa”. O significado mais próximo é uma modalidade de trabalho fora do escritório ou locais convencionais. Você pode atuar como home office em cafés, aeroportos, escritórios de coworking e até mesmo em casa.

Além disso, esta modalidade não é para qualquer pessoa. Não basta ter o ambiente adequado, preparado para trabalhar remotamente. É necessário que o profissional seja auto-organizado, auto-gerenciado. Precisa ter a responsabilidade de cumprir horários, registrar as atividades trabalhadas, como se estivesse dentro da empresa.

Não confunda home office com “trabalhar pouco para ganhar mais”. Esta modalidade não tem relação com as promessas milagrosas que encontramos na internet prometendo “trabalhe sem sair de casa, renda extra trabalhando pouco”. Também não significa ficar 100% do tempo fora do escritório. O mais comum neste tipo de trabalho é ficar fora da empresa dois ou três dias, ou ainda reuniões presenciais a cada 15 dias.

Falando agora especificamente de Gerenciamento de Projetos, será que é possível termos uma Gestão de Projetos remota, em home office, lidando com recursos e partes interessadas em diversos locais do país e, quem sabe, do globo?

É comum um gerente de projetos lidar com diversos projetos, com centenas de envolvidos e em alguns casos projetos em diversos países, sendo impossível estar com todos os membros das equipes o tempo todo.

A atuação de um Gerente de Projetos é, em boa parte do seu tempo, apoiando sua equipe em busca de remover os impedimentos para a realização do projeto. E este apoio, esta busca, é feita através de comunicação nas suas mais diversas formas.

Além de atuarmos como removedores de impedimentos em projetos, uma grande atuação que temos como Gerentes de Projetos é o monitoramento e controle do projeto. Para isso, a equipe precisa lhe fornecer informações do projeto, como volume de horas utilizado, atividades, entregas concluídas, termos de entrega assinados, etc.

Abaixo deixo algumas dicas e considerações que acredito serem básicas para um Gerente de Projetos atuar como home-office atingindo o sucesso nos seus projetos:

Ambiente preparado e vestimentas

Nada de trabalhar de pijama (cuecoffice) ou na mesa da cozinha. Tenha uma sala, um escritório, seja na sua casa ou fora dela para trabalhar. Vista-se como se fosse ao escritório, mesmo trabalhando em casa. Isso ajudará a reforçar que você está em horário de trabalho.

Tem esposa, filhos, cachorros? Deixe claro para eles qual é seu horário e forma de trabalhar para que não seja interrompido ou a forma como devem interrompê-lo.  Afinal, nada mais constrangedor do que você estar em uma conferência com sua equipe e alguém gritar chamando você pra abrir um pote na cozinha.

Aplicativos e ferramentas

Tenha sempre as ferramentas necessárias para seu trabalho, pagas ou gratuitas. Considere que as ferramentas não irão obrigá-lo à trabalhar com elas, você precisa inserir as informações e se auto-organizar pra isso. Vale tanto ferramentas instaladas, como MS Office, ou remotas como Google Docs. Tudo depende da sua forma de trabalhar.

Precisa ter conexão com a intranet da empresa? Resolva tecnicamente com sua equipe como ter este acesso, seja VPN, acesso remoto, entre outras, mas garanta que você terá acesso a tudo o que precisa, dispensando a necessidade de locomoção por conta de um arquivo que está sem acesso. E nem preciso dizer que você precisa de acesso à internet de qualidade para trabalhar.

Transforme reuniões desnecessárias em e-mails ou conferências rápidas

Ninguém gosta de reuniões longas, distantes, que parecem intermináveis e não entregam nada, não atingem objetivos. Estamos em 2015 e deslocar várias pessoas para um local físico, pagando passagens aéreas, pedágios, combustível não é viável nem necessário na maioria dos casos.

Em projetos Agile, é comum termos reuniões no inicio do dia para planejarmos as atividades, tanto técnicas como de gestão. Estas reuniões costumam durar apenas 15 minutos e podem ser feitas remotamente.

Diminua o tamanho dos e-mails. Um e-mail deve ser usado para registro, comunicações pontuais e rápidas. Assuntos complexos ou que podem dar margem para longas discussões devem ser tratados via conferência ou telefone, fazendo apenas um registro em ATA para os envolvidos.

E quem gosta de proximidade, acha importante os envolvidos nas reuniões estarem no mesmo local? Existe tecnologia para isso, onde através de telões, imagem de alta resolução e ambientes iguais dá a impressão de que estão na mesma sala com pessoas ao redor do mundo.

Defina prazos, entregas e SLAs

O projeto pode ser tradicional ou ágil. Em ambos existe a necessidade de entregar relatórios e informações para diversas partes interessadas. Quando definir o Plano de Comunicação do projeto, além de definir quais são estes relatórios e para quem vão, defina a frequência e o SLA em que estas informações precisam ser entregues ou recebidas.

Desta forma sua equipe saberá quando lhe fornecer informações do andamento do projeto e você saberá quando deverá passar esta informação adiante ou controlá-la, minimizando os contatos para solicitar estes documentos e informações.

Foque na solução e busque a forma mais rápida

Perde-se muito tempo em projetos com discussões sobre quem é o culpado ou causador de algum problema no projeto. Fuja disso! Foque na solução dos problemas. Projetos possuem prazos para terminar e não devemos gastar nossos recursos com discussões. Se você não é um advogado, que precisa culpar alguém em um processo, não foque nisso. Entenda o problema com sua equipe, registre as causas, proponha a solução e busque-a.

Trabalhando em home office isso se faz ainda mais necessário, evitando longas conferências ou discussões por e-mail. Estas situações são as principais causas em que empresas abandonam esta modalidade por acharem que os recursos não irão conseguir se entender à distância.

Sim, é possível ser um Gerente de Projetos home office. Tenha responsabilidade sobre suas atividades e busque qualificar sua equipe para que ela trabalhe com você e não contra você. Desta forma seu trabalho em home-office serão tão ou mais produtivo que estar constantemente junto com sua equipe.

Autor: Alexandre Luis Vignado

Fonte: Profissionais de TI

Como gerenciar as informações coletadas pelo SAC?

Big Data

Além de estabelecer contato direto com o cliente dos produtos e dos serviços oferecidos por uma empresa, atualmente, a área de atendimento ao consumidor tem condições também de reunir informações acerca do ambiente externo e de distribuí-las para o restante da organização. Este conteúdo pode contribuir, e muito, para a definição de objetivos e para a tomada de decisões importantes em todas as esferas da companhia.

Mesmo com tanto potencial, é comum ver as informações geradas no SAC não sendo aproveitadas por outras áreas. Valorizar e fazer a gestão das informações recebidas evita furos, melhora processos internos e contribui para aprimorar o atendimento da empresa. Para gerenciar informações pelo SAC, existem algumas orientações necessárias, para tirar o melhor proveito dos recursos que estão à mão:

Tratando os dados, gerando informações e comunicando com qualidade

É preciso ter em mente que as informações provenientes do SAC alimentarão os outros setores com a voz dos clientes. Todos os posicionamentos e reclamações, sobre os mais diversos aspectos do produto ou serviço final da empresa, devem ser ouvidos e ter o seu valor reconhecido.

Dados são números crus, sem tratamento, aquilo que pode ser captado no contato com o cliente e contado em uma escala. Sem posicionar os dados num contexto, é impossível extrair deles algum significado. Por outro lado, informação é o que leva à evolução do conhecimento em um assunto, elas precisam ser trabalhadas a ponto de fazer sentido para quem as recebe.

Aplicando a noção de que os dados coletados devem ganhar sentido, é possível pensar em um exemplo de como as curvas de Nível de Serviço (NS) podem não fazer o menor sentido para os outros setores da empresa. Buscando a utilidade desses dados para cada área, eles são transformados em “satisfação”.

Falar de satisfação do cliente com outros departamentos é passar a informação, e assim, se pode contar com o entendimento de quem a recebe. Um bom exemplo para conseguir essa transformação é, por exemplo, medir os níveis de “satisfação” e os NS durante um intervalo de tempo e relacionar os dois utilizando a escala que preferir (chamando os níveis de alto, médio e baixo, ou usando notas de 1 a 5).

Informações geram conhecimento

Quando as informações de atendimento chegam a qualquer parte da empresa, é a relação íntima entre elas e o que cada setor vivencia que vira conhecimento e dão vida aos dados, que no começo faziam sentido apenas para o SAC. Dessa forma, eles são transformados em melhorias de processos, quebrando paradigmas e mudando visões.

As informações repassadas têm uma importância tão grande que não é possível abrir mão de exigir que elas cheguem sempre com precisão. Todas as informações devem ser comprovadamente corretas, pois se em algum momento detectam-se erros, tudo o processo adiante será questionado. Atenção para o público-alvo: saiba a quem é destinada cada informação, use a linguagem mais apropriada e, com isso, capture o feedback da maneira eficiente. Pense na aplicação da quantidade de reclamações recebidas pelo SAC diante das ações que o Desenvolvimento de Produto pode priorizar. Integrando o recebimento dessas vozes às melhorias de produtos e tarefas, o atendimento deixa de ser apenas um recebedor de lamentações ou emissor de desculpas.

Gerenciando a informação com a “Árvore de Classificação”

Uma maneira natural de transformar os dados do atendimento em informações úteis é classificando-os. Você pode dividi-los em contatos de informação, solicitação e problema, ou separá-los em grupos por localização, produto e urgência.

Essas classificações formam a chamada Árvore de Classificação — árvore porque, em geral, as classificações se ramificam de um nível mais genérico para outro mais específico. Utilizá-la permitirá compactar, numa mesma classificação, uma vasta gama de informações, além de basear decisões em análises sobre os focos dos contatos. Tais focos são direcionados a aspectos que precisam ser melhorados, a evidências de padrões de uso pelos clientes e a alertas de que uma questão está em alta ou em baixa demais. No entanto, criar e manter uma Árvore de Classificação muito grande pode representar um entrave. Tanto na avaliação da eficácia quanto na proporção de seu uso, ela tende a ser pouco significativa se for muito carregada.  Seu objetivo deve ser, a partir de uma amostragem significativa, localizar e identificar mudanças nas visões do cliente, por isso, com uma árvore mais simples, enxuta e otimizada, existe uma facilidade muito maior para a análise desse comportamento.

O atendimento proporciona e suporta ações de melhorias, não só no próprio departamento e, com isso, também a evolução da companhia como um todo. Desta forma, apegue-se aos seus objetivos de melhoria, saiba fazer medições, análises, dar mais atenção à comunicação e simplificar questões da rotina de atendimento.

Fonte: Canaltech Corporate

Home Office: vantagem ou problema?

O trabalho remoto é querido por uns e temido por outras empresas. Aliás, isso é uma questão cultural e nos leva à questão: como fazer que as empresas acreditem nele e o incentivem dentro das corporações?

Para esclarecer essa dúvida, conversamos com Ariane Abreu, da TotalIP, empresa que fez uma pesquisa relacionada ao tema. Confira como foi nossa conversa na Futurecom 2015.

Fonte: Canaltech Corporate

Como formar e aperfeiçoar um time de TI

Equipe

A primeira declaração que o manifesto ágil nos apresenta é a valorização sobre os indivíduos e a interação entre eles, ação que deve ser adotada mais que (e não no lugar de) os processos e as ferramentas utilizadas no nosso dia a dia. Porém, um dos maiores desafios de um time de TI é justamente navegar pela subjetividade das relações entre pessoas e saber racionalizar como as próprias ações individuais podem afetar, de maneiras diferentes, cada integrante do time, assim como as ações individuais de cada membro do time podem afetar uma pessoa.

No modelo de desenvolvimento de grupo, proposto por Bruce Tuckman, uma das fases mais delicadas que um time passa, logo após a formação, é chamada de Storming. Esta etapa geralmente tem início justamente quando emergem conflitos entre os membros do time, sendo um dos principais problemas as diferenças entre os estilos de trabalho de cada um. Estas diferenças devem ser entendidas e trabalhadas pelo grupo para que o time possa se mover em direção ao próximo estágio.

A forma como cada indivíduo se comporta em um grupo e o papel que assume nele foram mapeados e classificados em nove tipos por Meredith Belbin, chamado de Inventário de Papéis em Times.

Utilizar o Inventário de Papéis em um time que está passando pela fase de Storming pode ajudar os membros do grupo a entenderem o papel que cada um deles exerce no grupo, quais são seus pontos fortes e fracos e como essas características podem afetar o time de forma positiva ou negativa. O processo também irá ajudar no entendimento do porquê cada pessoa age de uma certa maneira e possui um modo de trabalho particular. A empatia gerada através do autoconhecimento pode ajudar o time a sair do Storming e caminhar para a próxima fase.

Abaixo os nove tipos de papéis e um resumo de suas contribuições e pontos fracos.

  1. Plant: detém ideias inovadoras, é criativo e resolve problemas difíceis. Em contrapartida, pode ser muito irrealista e pensar sem um resultado palpável ou não agir;
  2. Monitor Evaluator: tem a visão do todo, análise apurada e insights estratégicos e críticos. Entre suas fraquezas estão a permanência na racionalização intelectual, é muito crítico e distante;
  3. Specialist: É dedicado, seu conhecimento é especializado e suas habilidades são únicas e raras. Porém é isolado e falta interação social;
  4. Coodinator: Esclarece objetivos, estrutura discussões e cria unidade. Fazem parte das suas fraquezas inerentes a ligeira manipulação para atingir objetivos e a delegação de trabalho com muita frequência;
  5. Team worker: É responsável por criar espírito de equipe, tendo bom relacionamento interpessoal, sensibilidade e atenção. Entretanto, evita conflitos e confrontos e, muitas vezes, é indeciso em situações delicadas;
  6. Resource investigator: Responsável por utilizar contatos externos no auxílio à resolução de problemas, esta figura traz novas ideias e oportunidades com grande capacidade de improvisação. Seu otimismo, porém, alavanca distração, culminando no começo de atividades sem finalização;
  7. Shaper: Neste papel, encontramos características de uma personalidade que gerencia conflitos com facilidade, movendo o time para frente e mostrando resultados. Sua intolerância com pessoas sem muitas ambições tende a provocar e magoar;
  8. Implementer: Esta figura detém aptidões práticas, transformando ideias em planos e ações com grande sistemática. Como pontos negativos está a inflexibilidade, que leva a agir antes de pensar e evita inovação;
  9. Completer finisher: O último papel da lista assume uma posição detalhista, detectando potenciais problemas e fazendo a análise de qualidade e riscos. Esta característica, porém, leva a uma inclinação preocupada sem necessidade, sendo muito perfeccionista e relutante a delegar.

Claro que as pessoas são mais complexas do que as definições de Papéis de Belbin, no entanto elas apresentam comportamentos que se aproximam da descrição de um ou mais papéis descritos acima, e isto pode ser utilizado para que o time ganhe autoconhecimento, seja de si próprio ou dos outros membros do time. Assim, é possível promover a empatia e o entendimento objetivo do que cada pessoa está contribuindo para atingir as metas com suas características individuais e que precisam ser entendidas como inerentes a cada um dos papéis e que necessitam de compreensão e colaboração.

O inventário de papéis também pode ajudar ao formar um novo time. Por exemplo, um grupo formado somente por Plants pode facilmente perder-se em ideias e nunca as executar; em um ponto de vista oposto, um grupo de Implementers pode mover-se rapidamente com suas ações, porém sem seguir uma ideia específica.  Essa ideia, melhor formulada, poderia ter sido sugerida por um Plant.

Não há uma fórmula mágica, mas o que o inventário de papéis mostra é que a diversidade e complemento dos papéis em um time, o entendimento de cada papel e a aceitação pelo grupo do estilo de cada indivíduo podem ser um bom ponto de partida na formação e no aperfeiçoamento de um time.

Fonte: Canaltech Corporate

O sucesso de um bom atendimento ao consumidor é ter uma equipe motivada

Insatisfação na internet

Os gestores de atendimento ao consumidor online têm um grande desafio: manter uma equipe capacitada e motivada. Atender o e-consumidor é uma tarefa que exige ter informações coesas, pessoas seguras e respostas rápidas.

Os problemas estruturais e operacionais do e-commerce fazem com que extravios, atrasos na entrega, problemas com operadora de cartão de crédito e fraudes aconteçam e, por mais que operação seja eficiente e os prazos cumpridos, reclamações são inevitáveis.

Saber responder rápido e trazer a solução para o cliente pode gerar um futuro elogio e até novas compras. Este é o grande segredo do departamento.

Redes Sociais e Reclame Aqui são dois dos vários canais em que o consumidor pode dividir sua má experiência.

Dicas essenciais para gerar motivação e conhecimento:

Treinar, Ensinar, Capacitar e Renovar!

  • Ter um manual dos processos curto, visual e usual auxilia no dia a dia. Melhor ainda se houver um sistema com todas as informações, como uma FAQ.
  • Nada melhor do que um bom exemplo. Experimente atender junto com a equipe e demostrar boas práticas.
  • Criar regrinhas básicas de boa escrita, treinamentos rápidos e dicas diárias ajudam na formulação de respostas. Textos semiprontos podem ser utilizados, mas sempre com cuidado para não transmitir mensagens frias ou mecânicas.
  • Navegar na loja, experimentar, comprar e testar novas funcionalidades é essencial para a equipe e toda a corporação. Nada deveria ser lançado sem a avaliação da equipe de atendimento.

Remunerar, Bonificar e Premiar!

  • Criar métricas de competições saudáveis para a equipe contribuem para a energia do funcionário no dia a dia.
  • Monitorar, ouvir e ler o que a equipe faz diariamente, ajuda a premiar os melhores e reciclar o desempenho.
  • Na hora de contratar é importante encontrar pessoas que realmente desejam trabalhar com atendimento.

Diante disso, torna-se essencial conscientizar a equipe de que um bom trabalho, aliado aos estudos e à vontade de crescer, qualificam uma carreira promissora no varejo online.

Gestores e empresários precisam ter essa consciência e viver esse sentimento.

Fonte: Canaltech Corporate

Crise e tecnologia: o momento é de inovação

Crise

O Brasil começou o ano de 2015 com os dois pés nos freios da economia. O Boletim Focus, preparado pelo Banco Central, estima que a expansão da economia, em 2016, deverá ser de 0,9% e que, este ano, ela deve encolher 1,35%.

Como resultado desta retração — somado à alta do dólar e à inflação, que ameaça retornar com força, atingindo itens essenciais para a vida das pessoas e também para o mercado corporativo — teremos pela frente aumentos de luz, água, combustíveis, telefone e outros.

Se a crise ameaça as empresas de um lado, de outro a capacidade de sobrevivência exige inovação e, nesse sentido, a Tecnologia da Informação é uma aliada importante. O mercado já percebeu isso, tanto que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Abranet (Associação Brasileira de Internet), entre 2012 e 2014, as empresas de telecomunicações, serviços de TI e prestação de serviços de comunicação viram seu faturamento crescer de R$ 96,4 bilhões para R$ 144,7 bilhões no período, o que representa quase 2% do faturamento de todas as empresas brasileiras.

Por trás da frieza dos números há uma tendência clara: apertadas pela crise e por mercados cada vez mais competitivos, as empresas brasileiras estão recorrendo à tecnologia para reduzir custos sem causar prejuízos na produtividade e qualidade de seus produtos e serviços. E isso inclui o uso de certas tecnologia em diversas frentes. Uma delas é a disponibilidade de dados, que garante que as informações e sistemas da companhia estarão protegidos e no ar sempre que necessário — o que pode ser 24 horas por dia, principalmente para os negócios modernos.

Não se trata apenas de fazer o backup e recuperar dados, que por si só já seriam benefícios bem interessantes. Mas a disponibilidade vai além e trata de prevenir falhas e evitar grandes prejuízos — tanto econômicos como de reputação — garantindo que aplicações e sistemas estejam sempre atualizados e operacionais. É possível imaginar o que pode causar um sistema de notas fiscais eletrônicas fora do ar? Ou ainda uma loja online indisponível por algumas horas? Ou um ERP desligado durante um dia ou dois? De acordo com a pesquisa Veeam Data Center Availability Report 2014, realizada com 760 CIOs, as empresas sofrem mais de R$ 7 milhões em prejuízos anuais por períodos de inatividade e perda de dados com suas soluções de backup legado. Outros números interessantes do estudo mostram que:

  • 81% das empresas estão envolvidas na modernização do data center para atingir as crescentes demandas de acesso 24 horas, 7 dias por semana, a serviços e aplicativos de TI, e para capacitar o Always-On Business (negócios em operação constante);
  • 90% das empresas buscam minimizar períodos de inatividade e garantir o acesso aos dados;

Hoje, empresas avançadas estão buscando oportunidades de investimentos em tecnologias, já que a TI permite que as organizações não apenas reduzam custos operacionais, mas mudem a maneira que elas operam. Por exemplo, a loja de artigos esportivos Netshoes, que começou com lojas físicas e, em 2007, decidiu entrar total e exclusivamente para o e-commerce. Agora, a Netshoes é um dos comércios eletrônicos que mais cresce no Brasil e que expandiu também para a Argentina e México, e a empresa investe constantemente em novas tecnologias. E se não tivesse apostado nelas para realizar as vendas 24 horas por dia, muito provavelmente não teria crescido como cresceu. Outro exemplo é o Itaú Unibanco, que recentemente inaugurou um novo data center em Mogi Mirim, São Paulo. O investimento na área de 815 mil metros quadrados não foi baixo — R$ 3,3 bilhões no total —, mas as tecnologias avançadas vão permitir que o banco aumente a capacidade de processamento e armazenamento das operações em 25 vezes, o que garante o suporte aos negócios da empresa até 2050.

Aqui os números e exemplos dão uma demonstração prática do quanto a disponibilidade vem ganhando importância dentro das corporações. E é preciso ficar cada vez mais claro para as organizações que, para combater a crise econômica e garantir a sobrevivência no mercado, é necessário usar as tecnologias certas a favor da inovação, da resolução de problemas e de serviços mais eficientes capazes de gerar mais oportunidades de negócio. Ignorar o fato de que tais tecnologias existem e que podem até ter um custo acessível afeta a produtividade e, consequentemente, o valor econômico da empresa, especialmente em momentos difíceis de crise e mudanças. Em um mercado global e online, o Always-On Business não é mais uma opção, mas uma obrigação.

Fonte: Canaltech Corporate

A necessidade de ter um plano adequado contra a cibercriminalidade

Hacker

Podemos citar vários avanços tecnológicos que surgiram nos últimos anos. Antes, era um privilégio ter acesso à internet, tanto que não era uma prioridade para muitos, mas agora há uma necessidade de estar conectado, tanto no trabalho, quanto nas horas de lazer.

A internet tem nos dado muitas vantagens. Processos foram melhorados, as comunicações foram racionalizadas e o papel virou código binário. E como informação digital também é dinheiro, devemos sempre permanecer vigilantes para evitar ciberfraudes.

Como a ameaça de criminosos estavam se tornando mais complexas, os usuários foram obrigados a aumentar sua segurança. O cibercrime é uma fábrica especializada em roubo de produtos financeiros pessoais de informação e transações de comércio eletrônico e negócios.

De acordo com um estudo divulgado pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL), os custos de crimes cibernéticos somaram US$ 113,000 milhões em 2013, em 24 países.

A questão não é só prevenir, mas ter um sistema de alerta rápido para combater ataques o mais rápido possível, minimizando perdas e expondo o crime cibernético. De acordo com os nossos estudos, no primeiro semestre de 2014, o roubo de identidade resultou em perdas de US 2.200 bilhões em empresas globais. A segurança cibernética tornou-se prioridade na vida de muitas pessoas e empresas.

Mas você não precisa ser parte de uma grande organização para começar a aplicar políticas antifraude. Veja algumas recomendações para fazer um bom uso da informação digital:

  • Desconfie de e-mails cujo remetente você desconheça. Evite acessar páginas ou links para promoções, lembretes ou atualizações de documentos que aparecem em sua caixa de entrada sem mais, nem menos.
  • Use senhas complexas, com números, letras e que, de preferência, só você saiba. Não guarde como parte da memória do computador.
  • Limite a quantidade de informações que você compartilha sobre si mesmo em redes sociais.
  • Desligue rastreamento e localização geográfica em aplicativos em que essa funcionalidade seja desnecessária.
  • Fala sempre o logout de aplicativos online e móveis quando terminar de usá-los.
  • Evite o uso de Wi-Fi abertos para realizar operações sensíveis.
  • Use autenticação para e-mail e outras contas online que oferecem esse serviço.
  • Mantenha seus dispositivos com as últimas atualizações de software e segurança.
  • Compreenda e faça os ajustes das configurações de privacidade dos serviços de internet, aplicações móveis e dispositivos que você usa.
Fonte: Canaltech Corporate