Ineedaresu: nova solução para criar CV pela Internet

cv

Já existem muitas opções para quem quer criar currículo online, e volta e meia mostramos algum que se destaque por aqui, hoje, portanto, mostraremos mais um: ineedaresu.

ineedaresu é um projeto criado para facilitar ao máximo a criação de um currículo, apenas precisando informar os dados e escolher o modelo, para que seja possível acessá-lo de qualquer dispositivo.

Se trata de sua versão 2.0, a qual permite arrastar e soltar elementos, alterar os títulos e mostrar o resultado adaptado à telas pequenas, sempre com a opção de escolher entre vários temas disponíveis.

O resultado pode ser exportado em PDF, embora, segundo informam, já estão trabalhando na possibilidade de baixá-lo também em formato Word, o que poderia ajudar a realizar edições posteriores.

É um projeto criado pelo programador Mitch Samuels, completamente gratuito, embora seja importante lembrar que não pode ser comparado com soluções mais sofisticadas como as oferecidas por linkedin, por exemplo.

Fonte: Wwwhat’s New

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3 dicas para tornar a equipe de TI mais eficiente no final do ano

Liderança

O final do ano chegou e sua equipe começa a dar sinais de cansaço. O verdadeiro valor de qualquer empreendimento está em seus funcionários. Você pode fazer de tudo para selecioná-los bem, para montar um excelente time, mas algo será inevitável: com o passar do tempo, as pessoas tendem a se acomodar e os resultados tendem a cair com amigos secretos, festas da empresa e compra de presentes. Cabe ao gestor ou ao gerente tomar certas atitudes em busca do que é melhor para a empresa, obtendo o sucesso que todos almejam. Se você está nesse papel, tenha certeza, algumas mudanças podem fazer mais diferença do que você pode pensar. Quer descobrir quais são? Leia o texto a seguir e veja as dicas para tornar a equipe de TI mais eficiente mesmo com a chegada do bom velhinho!

Reavalie as suas prioridades

Muitas vezes, você precisa reavaliar as suas próprias prioridades. Possivelmente, você foi treinado e formado para dedicar uma boa parte do seu tempo para planejar, programar, elaborar e analisar orçamentos, bem como para realocar recursos e outras funções básicas e importantes de qualquer gerente de TI. Mas isso pode não ser suficiente. Muitas vezes, as questões técnicas estão perfeitamente alinhadas, mas o lado humano está deixando a desejar. Priorize o que precisa ficar pronto ainda nesse ano! A razão de grandes treinadores conseguirem obter o máximo de suas equipes é por dedicar o máximo de tempo a elas. Alcance todo o seu potencial como um verdadeiro líder e ajude os funcionários do seu time a atingir todo o seu potencial.

Foque no seu desenvolvimento pessoal

Um erro muito comum dos gestores é acreditar que precisam aprimorar apenas os seus funcionários para conseguir resultados. Quando, na verdade, o desenvolvimento de liderança passa e muito pelo seu próprio crescimento pessoal! É preciso ter a consciência de que tudo, absolutamente tudo na empresa, começará por você mesmo. Assim, entenda que você deve ser um exemplo a ser seguido. O seu papel de líder é muito amplo e, nessa posição, você pode redefinir o padrão de atuação dos seus colaboradores. Leve em conta a opinião da sua equipe, considere os seus comentários e os seus feedbacks.

Aja como um treinador

Agir como um gerente pode não ser suficiente para motivar a sua equipe da melhor maneira. Muitas vezes, você precisa ser mais do que isso: então, aja como um treinador! O caminho mais eficaz para um melhoramento contínuo é a partir de treinamentos constantes e de feedbacks construtivos. Tal qual um técnico, você precisa dar o seu melhor e compreender as necessidades dos seus colaboradores. Não dependa das avaliações de desempenho trimestrais e da contratação de coaches para treinar a sua equipe, pois isso já não é suficiente. Seja você um coach em tempo integral, estimulando, encorajando, apoiando, mantendo a motivação alta e contínua e acompanhando, da maneira mais próxima possível, o crescimento de cada membro da sua equipe. Com essas atitudes, o seu time de TI terá tudo para render muito mais. Essas são as ferramentas mais poderosas que você terá disponíveis para ter ainda mais produtividade e ainda mais eficiência.

8 sites para você descobrir a origem de um endereço de IP

Endereço de IP
Não importa o motivo: se você quer descobrir a origem de um número de IP, basta usar a internet para isso. Atualmente, há um bom número de sites que oferecem este tipo de recurso de maneira simples e quase automática. Em suma, é só acessar a página, digitar a sequência numérica e pronto. Obviamente, todos estes serviços são gratuitos, dispensam cadastro e são totalmente simples. Confira as nossas dicas:

1. Get IP

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Basta digitar a sequência de IP, inserir o texto da imagem de verificação e procurar. O Get IP traz até 10 informações diferentes a respeito do IP, além de indicar a sua localização aproximada no Google Maps.

2. IP Fingerprints

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP No IP Fingerprints, você digita o endereço de IP e então obtém até 10 informações distintas acerca de sua geolocalização. Além disso, pode visualizar no mapa a sua localização aproximada.

3. IP Location

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Mais simples ainda, no IP Location você precisa apenas digitar a sequência numérica de um IP e pressionar Enter. Em instantes, inúmeras informações sobre a geolocalização do protocolo em questão aparecem na tela, vindas de cinco fontes distintas. É, talvez, a opção mais completa da lista.

4. IP-Lookup

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Uma das opções mais simples da lista, o IP-Lookup mostra até três informações sobre o IP e também a sua localização no mapa.

5. IP Tracker

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O IP Tracker é uma das opções mais completas desta seleção, informando até 24 dados distintos a respeito de um número de IP. Você digita a sequência numérica e então verifica todas as informações, além de indicação no mapa de sua localização aproximada.

6. IPligence

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP Simples e direto: no IPligence, você digita o endereço de IP e ele retorna cinco informações distintas a respeito de sua localização, além de indicar tudo no mapa.

7. What Is My IP Address

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O What My IP Address também figura entre as opções mais completas aqui indicadas. Ele informa 12 dados diferentes e ainda mostra tudo no mapa. Fácil de usar, basta inserir a sequência de números de IP e dar Enter.

8. Where Is My IP

Descobrir a localização de um IP
Descobrir a localização de um IP O Where Is My IP é mais uma opção básica, pois é só digitar o número de IP, pressionar Enter e ver a região do mundo a qual ele pertence. Aqui também é possível visualizar o local em um mapa.
 

Fonte: Canaltech Corporate

Profissionais de TI com perfil estratégico e adaptativo estão em alta

Mercado de TI

Os executivos que atuam no setor de tecnologia da informação terão um ano difícil pela frente em 2016, já que terão que propor iniciativas que impactem de maneira positiva nos resultados financeiros das companhias. Apesar das dificuldades, a demanda por profissionais com características estratégicas irá aumentar assim como a sua valorização.

O novo cenário para o próximo ano resultará na saída de profissionais introvertidos, que cederão lugar àqueles que possuem facilidade de circulação e adaptação entre as áreas, de acordo com a edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half. Além disso, os profissionais da área precisarão entender os problemas da empresa de maneira ampla e apresentar soluções para um melhor resultado.

“Dentro deste contexto, segue valorizado o analista de negócios, capaz de se comunicar na linguagem do usuário e de TI, sendo o elo entre as linhas de negócio e os desenvolvedores”, argumenta Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half. “Grande parte das empresas está dando os primeiros passos na estruturação de uma estratégia eficaz que seja capaz de lidar com a grande quantidade de dados disponíveis e questões relacionadas à segurança dessas informações”.

De acordo com o guia, as oportunidades de trabalho no segmento de tecnologia da informação estarão mais concentradas nas empresas de médio porte, com cargos de gerente de tecnologia, analista de infraestrutura, analista de negócios e consultor funcional ERP. O cargo mais valorizado, de acordo com o guia, é o de gerente de sistemas em empresas de grande porte, com previsão de incremento de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Quanto ao processo de formalização e qualificação da mão de obra, ela deve permanecer contínua, assim como visto em 2015. As empresas têm optado por internalizar profissionais ou trabalhar somente com terceirizados ou temporários que operam no regime CLT a fim de atender às exigências da legislação. O perfil profissional valorizado pelas empresas inclui fluência no inglês, interatividade, bom relacionamento interpessoal, certificações em linguagens de programação e bacharelado em Ciências da Computação ou Tecnologia.

Fontes: Canaltech e Guia Salarial 2016

Gerente de Projetos “Home Office”: é possível?

Imagem via Shutterstock

Os motivos ou justificativas usadas por quem quer aderir ao home office são diversos: Economia de recursos, corte de gastos, maior qualidade de vida, produtividade, entre outros. É um assunto em alta quando falamos sobre o futuro da forma de trabalhar, porém, é um tema relativamente recente no Brasil.

Antes de tudo, precisamos esclarecer o conceito de Home Office. Entenda que “home office” não significa “trabalho em casa”. O significado mais próximo é uma modalidade de trabalho fora do escritório ou locais convencionais. Você pode atuar como home office em cafés, aeroportos, escritórios de coworking e até mesmo em casa.

Além disso, esta modalidade não é para qualquer pessoa. Não basta ter o ambiente adequado, preparado para trabalhar remotamente. É necessário que o profissional seja auto-organizado, auto-gerenciado. Precisa ter a responsabilidade de cumprir horários, registrar as atividades trabalhadas, como se estivesse dentro da empresa.

Não confunda home office com “trabalhar pouco para ganhar mais”. Esta modalidade não tem relação com as promessas milagrosas que encontramos na internet prometendo “trabalhe sem sair de casa, renda extra trabalhando pouco”. Também não significa ficar 100% do tempo fora do escritório. O mais comum neste tipo de trabalho é ficar fora da empresa dois ou três dias, ou ainda reuniões presenciais a cada 15 dias.

Falando agora especificamente de Gerenciamento de Projetos, será que é possível termos uma Gestão de Projetos remota, em home office, lidando com recursos e partes interessadas em diversos locais do país e, quem sabe, do globo?

É comum um gerente de projetos lidar com diversos projetos, com centenas de envolvidos e em alguns casos projetos em diversos países, sendo impossível estar com todos os membros das equipes o tempo todo.

A atuação de um Gerente de Projetos é, em boa parte do seu tempo, apoiando sua equipe em busca de remover os impedimentos para a realização do projeto. E este apoio, esta busca, é feita através de comunicação nas suas mais diversas formas.

Além de atuarmos como removedores de impedimentos em projetos, uma grande atuação que temos como Gerentes de Projetos é o monitoramento e controle do projeto. Para isso, a equipe precisa lhe fornecer informações do projeto, como volume de horas utilizado, atividades, entregas concluídas, termos de entrega assinados, etc.

Abaixo deixo algumas dicas e considerações que acredito serem básicas para um Gerente de Projetos atuar como home-office atingindo o sucesso nos seus projetos:

Ambiente preparado e vestimentas

Nada de trabalhar de pijama (cuecoffice) ou na mesa da cozinha. Tenha uma sala, um escritório, seja na sua casa ou fora dela para trabalhar. Vista-se como se fosse ao escritório, mesmo trabalhando em casa. Isso ajudará a reforçar que você está em horário de trabalho.

Tem esposa, filhos, cachorros? Deixe claro para eles qual é seu horário e forma de trabalhar para que não seja interrompido ou a forma como devem interrompê-lo.  Afinal, nada mais constrangedor do que você estar em uma conferência com sua equipe e alguém gritar chamando você pra abrir um pote na cozinha.

Aplicativos e ferramentas

Tenha sempre as ferramentas necessárias para seu trabalho, pagas ou gratuitas. Considere que as ferramentas não irão obrigá-lo à trabalhar com elas, você precisa inserir as informações e se auto-organizar pra isso. Vale tanto ferramentas instaladas, como MS Office, ou remotas como Google Docs. Tudo depende da sua forma de trabalhar.

Precisa ter conexão com a intranet da empresa? Resolva tecnicamente com sua equipe como ter este acesso, seja VPN, acesso remoto, entre outras, mas garanta que você terá acesso a tudo o que precisa, dispensando a necessidade de locomoção por conta de um arquivo que está sem acesso. E nem preciso dizer que você precisa de acesso à internet de qualidade para trabalhar.

Transforme reuniões desnecessárias em e-mails ou conferências rápidas

Ninguém gosta de reuniões longas, distantes, que parecem intermináveis e não entregam nada, não atingem objetivos. Estamos em 2015 e deslocar várias pessoas para um local físico, pagando passagens aéreas, pedágios, combustível não é viável nem necessário na maioria dos casos.

Em projetos Agile, é comum termos reuniões no inicio do dia para planejarmos as atividades, tanto técnicas como de gestão. Estas reuniões costumam durar apenas 15 minutos e podem ser feitas remotamente.

Diminua o tamanho dos e-mails. Um e-mail deve ser usado para registro, comunicações pontuais e rápidas. Assuntos complexos ou que podem dar margem para longas discussões devem ser tratados via conferência ou telefone, fazendo apenas um registro em ATA para os envolvidos.

E quem gosta de proximidade, acha importante os envolvidos nas reuniões estarem no mesmo local? Existe tecnologia para isso, onde através de telões, imagem de alta resolução e ambientes iguais dá a impressão de que estão na mesma sala com pessoas ao redor do mundo.

Defina prazos, entregas e SLAs

O projeto pode ser tradicional ou ágil. Em ambos existe a necessidade de entregar relatórios e informações para diversas partes interessadas. Quando definir o Plano de Comunicação do projeto, além de definir quais são estes relatórios e para quem vão, defina a frequência e o SLA em que estas informações precisam ser entregues ou recebidas.

Desta forma sua equipe saberá quando lhe fornecer informações do andamento do projeto e você saberá quando deverá passar esta informação adiante ou controlá-la, minimizando os contatos para solicitar estes documentos e informações.

Foque na solução e busque a forma mais rápida

Perde-se muito tempo em projetos com discussões sobre quem é o culpado ou causador de algum problema no projeto. Fuja disso! Foque na solução dos problemas. Projetos possuem prazos para terminar e não devemos gastar nossos recursos com discussões. Se você não é um advogado, que precisa culpar alguém em um processo, não foque nisso. Entenda o problema com sua equipe, registre as causas, proponha a solução e busque-a.

Trabalhando em home office isso se faz ainda mais necessário, evitando longas conferências ou discussões por e-mail. Estas situações são as principais causas em que empresas abandonam esta modalidade por acharem que os recursos não irão conseguir se entender à distância.

Sim, é possível ser um Gerente de Projetos home office. Tenha responsabilidade sobre suas atividades e busque qualificar sua equipe para que ela trabalhe com você e não contra você. Desta forma seu trabalho em home-office serão tão ou mais produtivo que estar constantemente junto com sua equipe.

Autor: Alexandre Luis Vignado

Fonte: Profissionais de TI

Como gerenciar as informações coletadas pelo SAC?

Big Data

Além de estabelecer contato direto com o cliente dos produtos e dos serviços oferecidos por uma empresa, atualmente, a área de atendimento ao consumidor tem condições também de reunir informações acerca do ambiente externo e de distribuí-las para o restante da organização. Este conteúdo pode contribuir, e muito, para a definição de objetivos e para a tomada de decisões importantes em todas as esferas da companhia.

Mesmo com tanto potencial, é comum ver as informações geradas no SAC não sendo aproveitadas por outras áreas. Valorizar e fazer a gestão das informações recebidas evita furos, melhora processos internos e contribui para aprimorar o atendimento da empresa. Para gerenciar informações pelo SAC, existem algumas orientações necessárias, para tirar o melhor proveito dos recursos que estão à mão:

Tratando os dados, gerando informações e comunicando com qualidade

É preciso ter em mente que as informações provenientes do SAC alimentarão os outros setores com a voz dos clientes. Todos os posicionamentos e reclamações, sobre os mais diversos aspectos do produto ou serviço final da empresa, devem ser ouvidos e ter o seu valor reconhecido.

Dados são números crus, sem tratamento, aquilo que pode ser captado no contato com o cliente e contado em uma escala. Sem posicionar os dados num contexto, é impossível extrair deles algum significado. Por outro lado, informação é o que leva à evolução do conhecimento em um assunto, elas precisam ser trabalhadas a ponto de fazer sentido para quem as recebe.

Aplicando a noção de que os dados coletados devem ganhar sentido, é possível pensar em um exemplo de como as curvas de Nível de Serviço (NS) podem não fazer o menor sentido para os outros setores da empresa. Buscando a utilidade desses dados para cada área, eles são transformados em “satisfação”.

Falar de satisfação do cliente com outros departamentos é passar a informação, e assim, se pode contar com o entendimento de quem a recebe. Um bom exemplo para conseguir essa transformação é, por exemplo, medir os níveis de “satisfação” e os NS durante um intervalo de tempo e relacionar os dois utilizando a escala que preferir (chamando os níveis de alto, médio e baixo, ou usando notas de 1 a 5).

Informações geram conhecimento

Quando as informações de atendimento chegam a qualquer parte da empresa, é a relação íntima entre elas e o que cada setor vivencia que vira conhecimento e dão vida aos dados, que no começo faziam sentido apenas para o SAC. Dessa forma, eles são transformados em melhorias de processos, quebrando paradigmas e mudando visões.

As informações repassadas têm uma importância tão grande que não é possível abrir mão de exigir que elas cheguem sempre com precisão. Todas as informações devem ser comprovadamente corretas, pois se em algum momento detectam-se erros, tudo o processo adiante será questionado. Atenção para o público-alvo: saiba a quem é destinada cada informação, use a linguagem mais apropriada e, com isso, capture o feedback da maneira eficiente. Pense na aplicação da quantidade de reclamações recebidas pelo SAC diante das ações que o Desenvolvimento de Produto pode priorizar. Integrando o recebimento dessas vozes às melhorias de produtos e tarefas, o atendimento deixa de ser apenas um recebedor de lamentações ou emissor de desculpas.

Gerenciando a informação com a “Árvore de Classificação”

Uma maneira natural de transformar os dados do atendimento em informações úteis é classificando-os. Você pode dividi-los em contatos de informação, solicitação e problema, ou separá-los em grupos por localização, produto e urgência.

Essas classificações formam a chamada Árvore de Classificação — árvore porque, em geral, as classificações se ramificam de um nível mais genérico para outro mais específico. Utilizá-la permitirá compactar, numa mesma classificação, uma vasta gama de informações, além de basear decisões em análises sobre os focos dos contatos. Tais focos são direcionados a aspectos que precisam ser melhorados, a evidências de padrões de uso pelos clientes e a alertas de que uma questão está em alta ou em baixa demais. No entanto, criar e manter uma Árvore de Classificação muito grande pode representar um entrave. Tanto na avaliação da eficácia quanto na proporção de seu uso, ela tende a ser pouco significativa se for muito carregada.  Seu objetivo deve ser, a partir de uma amostragem significativa, localizar e identificar mudanças nas visões do cliente, por isso, com uma árvore mais simples, enxuta e otimizada, existe uma facilidade muito maior para a análise desse comportamento.

O atendimento proporciona e suporta ações de melhorias, não só no próprio departamento e, com isso, também a evolução da companhia como um todo. Desta forma, apegue-se aos seus objetivos de melhoria, saiba fazer medições, análises, dar mais atenção à comunicação e simplificar questões da rotina de atendimento.

Fonte: Canaltech Corporate

Home Office: vantagem ou problema?

O trabalho remoto é querido por uns e temido por outras empresas. Aliás, isso é uma questão cultural e nos leva à questão: como fazer que as empresas acreditem nele e o incentivem dentro das corporações?

Para esclarecer essa dúvida, conversamos com Ariane Abreu, da TotalIP, empresa que fez uma pesquisa relacionada ao tema. Confira como foi nossa conversa na Futurecom 2015.

Fonte: Canaltech Corporate

MySQL 5.7– Três vezes mais rápido que o MySQL 5.6

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A Oracle anunciou a disponibilidade mundial da MySQL 5.7, a última versão da base de dados open source mais popular do mercado. A nova versão oferece níveis de desempenho, escalabilidade e gestão sem precedentes; reforça as funcionalidades NoSQL com suporte JSON e MySQL Router, aumentando desta forma a facilidade de ligação das aplicações às várias bases de dados MySQL.

O MySQL é provavelmente o motor de base de dados mais usada em todo o mundo, dando suporte aos mais diversos serviços. Tudo o que é plataformas open source como é o caso do wordpress, Joomla ou Drupal, recorrem ao MySQL como base de dados.

Ontem a Oracle anunciou as novidades da versão 5.7 que, segundo a empresa, é três vezes mais rápido que o MySQL 5.6 e traz ainda um conjunto de inovações que permite aos programadores criarem e gerirem apps da próxima geração.

Principais novidades

  • Melhorias significativas ao nível da performance. De acordo com os testes realizados, com 1,024 ligações o MySQL suportou 1,600,000 queries per second (QPS) – 3x mais que o MySQL 5.6
  • InnoDB optimizado
  • Suporte nativo para JSON
  • Replicação mais robusta
  • Melhorias ao nível da segurança
  • e muito mais – ver aqui

O MySQL 5.7 apenas estará disponível para download no próximo dia 26 de Outubro aqui.

Fonte: PPLWare

6 mitos sobre softwares de código aberto

open source

Muitos programadores consideram os softwares de código aberto impressionantes devido às diversas possibilidades que isso proporciona. Apesar da crescente popularidade desse tipo de programa, muitos ainda não entendem muitas das características da indústria open source. Assim, é comum nos depararmos com alguns mitos sobre eles.

Algumas pessoas pensam que o software de código aberto irá arruinar a programação. Outros acreditam que o software livre é a única esperança para o futuro da programação. Muitos mitos e inverdades são distribuídos por ambos os extremos, o que torna o discernimento mais difícil para os menos entendidos. Para ajudá-lo a entender mais sobre o mundo open source, abaixo você verá seis mitos sobre os programas de código aberto.

1. Open Source é só para usuários Linux

Open source

A história e natureza do ambiente Linux é rica em softwares de código aberto. Sendo assim, é fácil que pessoas assumam que o open source seja apenas um fenômeno do Linux. E até certo ponto a afirmação é verdadeira: muitos programas de código aberto são feitos com disponibilidade Linux como o principal motivador.

No entanto, se você é um usuário do Windows ou OS X, não precisa se preocupar com a exclusividade do código aberto para o Linux. Ela não existe. Na verdade, há uma boa chance de que alguns de seus programas favoritos sejam open source e você nem saiba. Alguns exemplos são o OpenOffice, VLC, GIMP, Audacity, Pidgin, entre diversos outros. Com isso, podemos concluir que programas de código aberto não são apenas para geeks do Linux, mas para todos.

2. Open source é menos/mais seguro

Open source

A segurança digital é um grande negócio nos dias atuais. Os utilizadores do software livre tendem a afirmar que a segurança é sua aliada. Eles acreditam que o fato de oferecer o código de maneira pública pode acelerar o descobrimento de falhas e erros que podem ser corrigidos rapidamente, caso seja necessário.

Por outro lado, há os que acreditam que tornar o código disponível para todos torna o programa inseguro. Isso porque expõe o funcionamento interno de um programa para olhos maliciosos de hackers e criadores de malware, que exploram as vulnerabilidades do sistema.

A verdade é que os dois lados estão certos, dependendo do contexto. Mas ambos acreditam que os softwares open source enfrentam um conjunto diferente de problemas do que os programas proprietários. Sendo assim, eles não são mais seguros ou menos seguros que outros programas.

3. Faça o que quiser com programas open source

Open source

O conceito de que o código público pode ser utilizado de qualquer maneira é totalmente equivocado. Algumas pessoas acreditam que, se o código é colocado à disposição do público, eles podem ir em frente e utilizá-lo como quiser, mas não é bem assim que funciona. Assim como imagens, vídeos e músicas, os softwares também são protegidos por direitos autorais.

Isso significa que os utilizadores devem obedecer às normas estabelecidas por qualquer licença de código aberto. Há alguns certificados que, na verdade, não permitem que os usuários façam qualquer coisa com o código, mesmo para aqueles que conseguem permissão para comercializar derivados.

4. Grandes empresas evitam o open source

Open source

Muitos dos programas open source são desenvolvidos por profissionais autônomos ou por organizações sem fins lucrativos. Isso leva muitos a crer que as grandes empresas de tecnologia evitam utilizar esse método. Mas isso não é verdade, em especial nos últimos anos.

Tanto a Microsoft como a Apple têm demonstrado que estão dispostas a seguir em frente com o código aberto. No ano passado, a Microsoft disponibilizou o .NET Framework em código aberto, o que gerou uma enorme discussão entre os desenvolvedores. Este ano, a Apple seguiu o mesmo exemplo e liberou sua linguagem de programação Swift em código aberto. Tal ação da Maçã chocou a comunidade de desenvolvedores em todo mundo.

Isso nos mostra que mesmo as duas principais empresas de software estão aderindo ao open source. Com isso, a teoria de que apenas amadores e profissionais independentes escrevem programas de código aberto foi totalmente descartada.

5. Open source é caótico

Open source

Imagine tentar projetar um carro com uma centena de outras pessoas gritando sugestões para você. Certamente você iria ficar perdido e não conseguiria finalizar o projeto. Isso é o que muitas pessoas pensam em relação aos programas de código aberto. Mas o desenvolvimento de um software livre não é caótico como pode parecer.

É claro que muitas pessoas podem contribuir através de suas sugestões. No entanto, suas contribuições são analisadas e aprovadas por aqueles que gerenciam todo o projeto. Se uma proposta de mudança não é adequada ao projeto, ela é descartada. Sendo assim, todo o projeto fica simples e ordenado. Somente quando a liderança do projeto começa a discordar sobre suas visões e direções é que as coisas começam a ficar confusas, o que pode trazer bifurcações.

6. Não tem como ganhar dinheiro com softwares open source

Open source

Só porque o software open source muitas vezes é feito de maneira livre, não significa que os desenvolvedores trabalham de graça. Alguns até fazem isso sem receber nenhum centavo, no entanto há várias maneiras de um programador open source ganhar dinheiro.

Às vezes, um programa é tão útil e fundamental para determinado mercado que uma empresa se interessa em patrocinar os desenvolvedores para que continuem seu trabalho, em uma forma de financiamento de projeto. Em troca, a empresa conta com alguns privilégios que podem variar de acordo com o projeto realizado. Há também uma outra maneira de monetizar um programa open source. É muito comum programadores disponibilizarem o software gratuitamente, mas cobrarem pelo suporte técnico.

Ao desvendar os seis mitos acima, talvez você tenha obtido outra visão em relação aos programas de código aberto. Agora você está pronto para questionar diversas afirmações enganosas presentes na internet. Qual é a sua opinião em relação aos softwares proprietários e aos de código aberto? Lembre-se de que você também pode fazer parte dos que se importam com a qualidade do programa, independentemente de como ele é desenvolvido.

Fonte: Canaltech

Como formar e aperfeiçoar um time de TI

Equipe

A primeira declaração que o manifesto ágil nos apresenta é a valorização sobre os indivíduos e a interação entre eles, ação que deve ser adotada mais que (e não no lugar de) os processos e as ferramentas utilizadas no nosso dia a dia. Porém, um dos maiores desafios de um time de TI é justamente navegar pela subjetividade das relações entre pessoas e saber racionalizar como as próprias ações individuais podem afetar, de maneiras diferentes, cada integrante do time, assim como as ações individuais de cada membro do time podem afetar uma pessoa.

No modelo de desenvolvimento de grupo, proposto por Bruce Tuckman, uma das fases mais delicadas que um time passa, logo após a formação, é chamada de Storming. Esta etapa geralmente tem início justamente quando emergem conflitos entre os membros do time, sendo um dos principais problemas as diferenças entre os estilos de trabalho de cada um. Estas diferenças devem ser entendidas e trabalhadas pelo grupo para que o time possa se mover em direção ao próximo estágio.

A forma como cada indivíduo se comporta em um grupo e o papel que assume nele foram mapeados e classificados em nove tipos por Meredith Belbin, chamado de Inventário de Papéis em Times.

Utilizar o Inventário de Papéis em um time que está passando pela fase de Storming pode ajudar os membros do grupo a entenderem o papel que cada um deles exerce no grupo, quais são seus pontos fortes e fracos e como essas características podem afetar o time de forma positiva ou negativa. O processo também irá ajudar no entendimento do porquê cada pessoa age de uma certa maneira e possui um modo de trabalho particular. A empatia gerada através do autoconhecimento pode ajudar o time a sair do Storming e caminhar para a próxima fase.

Abaixo os nove tipos de papéis e um resumo de suas contribuições e pontos fracos.

  1. Plant: detém ideias inovadoras, é criativo e resolve problemas difíceis. Em contrapartida, pode ser muito irrealista e pensar sem um resultado palpável ou não agir;
  2. Monitor Evaluator: tem a visão do todo, análise apurada e insights estratégicos e críticos. Entre suas fraquezas estão a permanência na racionalização intelectual, é muito crítico e distante;
  3. Specialist: É dedicado, seu conhecimento é especializado e suas habilidades são únicas e raras. Porém é isolado e falta interação social;
  4. Coodinator: Esclarece objetivos, estrutura discussões e cria unidade. Fazem parte das suas fraquezas inerentes a ligeira manipulação para atingir objetivos e a delegação de trabalho com muita frequência;
  5. Team worker: É responsável por criar espírito de equipe, tendo bom relacionamento interpessoal, sensibilidade e atenção. Entretanto, evita conflitos e confrontos e, muitas vezes, é indeciso em situações delicadas;
  6. Resource investigator: Responsável por utilizar contatos externos no auxílio à resolução de problemas, esta figura traz novas ideias e oportunidades com grande capacidade de improvisação. Seu otimismo, porém, alavanca distração, culminando no começo de atividades sem finalização;
  7. Shaper: Neste papel, encontramos características de uma personalidade que gerencia conflitos com facilidade, movendo o time para frente e mostrando resultados. Sua intolerância com pessoas sem muitas ambições tende a provocar e magoar;
  8. Implementer: Esta figura detém aptidões práticas, transformando ideias em planos e ações com grande sistemática. Como pontos negativos está a inflexibilidade, que leva a agir antes de pensar e evita inovação;
  9. Completer finisher: O último papel da lista assume uma posição detalhista, detectando potenciais problemas e fazendo a análise de qualidade e riscos. Esta característica, porém, leva a uma inclinação preocupada sem necessidade, sendo muito perfeccionista e relutante a delegar.

Claro que as pessoas são mais complexas do que as definições de Papéis de Belbin, no entanto elas apresentam comportamentos que se aproximam da descrição de um ou mais papéis descritos acima, e isto pode ser utilizado para que o time ganhe autoconhecimento, seja de si próprio ou dos outros membros do time. Assim, é possível promover a empatia e o entendimento objetivo do que cada pessoa está contribuindo para atingir as metas com suas características individuais e que precisam ser entendidas como inerentes a cada um dos papéis e que necessitam de compreensão e colaboração.

O inventário de papéis também pode ajudar ao formar um novo time. Por exemplo, um grupo formado somente por Plants pode facilmente perder-se em ideias e nunca as executar; em um ponto de vista oposto, um grupo de Implementers pode mover-se rapidamente com suas ações, porém sem seguir uma ideia específica.  Essa ideia, melhor formulada, poderia ter sido sugerida por um Plant.

Não há uma fórmula mágica, mas o que o inventário de papéis mostra é que a diversidade e complemento dos papéis em um time, o entendimento de cada papel e a aceitação pelo grupo do estilo de cada indivíduo podem ser um bom ponto de partida na formação e no aperfeiçoamento de um time.

Fonte: Canaltech Corporate